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Por que o Linkin Park escolheu recomeçar

Nesta entrevista com o BBC News, Joe Hahn fala sobre o processo de retorno da banda após a morte de Chester Bennington em 2017 e o lançamento do documentário Unshatter. O filme explora a jornada de cura, a decisão de voltarem a fazer música juntos e a integração da nova co-vocalista, Emily Armstrong.

Durante a entrevista, Joe fala sobre muitas coisas, como:

  • O Conceito de "Unshatter" e a cura: A banda utilizou a filosofia japonesa do Kintsugi (reparar cerâmicas quebradas com ouro) como analogia para o seu processo de reconstrução. O título do filme reflete a ideia de que, embora as cicatrizes permaneçam, o que foi consertado pode se tornar algo ainda mais belo.
  • A chegada de Emily Armstrong: Ele estaca que a entrada de Emily Armstrong trouxe uma energia dinâmica e um nível de confiança renovado para o grupo. Além de seu talento vocal, a banda encontrou nela uma pessoa com quem podiam ser vulneráveis, sendo um elemento essencial para que se sentissem prontos para o retorno.
  • Enfrentando as críticas e incertezas; Joe admite que o pior crítico da banda era a própria banda. Ele enfatiza a importância de reconhecer as conversas difíceis e as críticas externas, em vez de evitá-las, citando o apoio de figuras como Mark Hoppus como um momento fundamental para que eles aceitassem essa nova fase do Linkin Park.

Assista a entrevista completa: