Muitos achavam que depois do Hybrid Theory, o Linkin Park não faria mais sucesso, sumiria, acabaria, que a banda minguaria após o estrondoso sucesso de sua estreia de 2000. Após o primeiro disco, o grupo lançou o Reanimation, disco de remixes, que muitos acharam que era apenas uma jogada de marketing para encher os bolsos da banda, e afins.
No verão de 2002 a banda começou a gravar o disco com a produção de Don Gilmore, responsável pelo primeiro disco da banda. Afinal como diz o velho ditado, "em time que está ganhando não se mexe", e passaram todo esse tempo gravando o que viria a ser o seu segundo álbum. Com a possibilidade de o fracasso fadar o fim da banda, o disco foi gravado, além dos estudios em Los Angeles, em lugares como o ônibus da turnê de verão do grupo, em Nova York, aonde foi mixado, e também na casa de um dos vocalistas.
No dia 25 de março de 2003 lançaram seu segundo álbum de estudio entitulado "Meteora", nome tirado de um lugar na Grécia, um conjunto de monastérios antigos. 
Em 12 faixas, menos de 40 minutos, o grupo mostrou sua essência musical e também provou que nao é uma banda one hit wonder. Vários hits como "Somewhere I Belong", Breaking the Habit" e claro, "Numb", encheram os ouvidos de seus milhares de fãs pelo mundo, despertaram a ira dos metaleiros e 'haters' do grupo, angariaram novos fãs, ou outros deixar de gostar da banda. Com certeza foi algo marcante para todos e também para os integrantes que dessa vez literalmente fizeram a volta ao mundo tocando em lugares que nunca foram antes, como Malasia, Tailândia e também o Brasil, que foi o lugar escolhido para encerrar a turnê mundial do disco.
Além da enorme turnê, o álbum rendeu alguns prêmios como MTV Video Music Awards na categoria "Melhor Clipe de Rock" com Somewhere I Belong", e também no Video Music Brasil, com o mesmo clipe, além de prêmios na Ásia e Europa.